sexta-feira, 10 de junho de 2011

E3: Nintendo lança Wii U, mostra novos gráficos e aposta em gadgets trabalhando em conjunto

Por Kao ‘Cyber’ Tokio


A Nintendo mostra em sua conferência na E3 o que sabe fazer melhor: deixar a plateia ansiosa. Na apresentação de lançamento do novo console Wii U, a empresa conquistou corações, com várias manifestações do público em relação aos games que estarão disponíveis junto com a plataforma e enfatizando o fator que a trouxe de novo ao pódio do mercado de games: interatividade e facilidade de uso.
O aparelho parece um Wii mais curvelíneo, que mal aparecia durante a apresentação, mas o momento foi todo para o controle, uma mescla de 3DS com iPad, com um tamanho incomum para um portátil, mas super apropriado para dar ganho extra às jogatinas que podem começar em casa e terminar no clube, sem necessidade de parar pelo caminho (a menos que você esteja dirigindo, é claro). O console deve ter passado por uma infinidade de projetos desde o lançamento do iPad, da Apple, no ano passado, e talvez a Nintendo tenha jogado fora muita coisa interessante, mas o produto apresentado mostra que a Nintendo está afinada com os anseios criados pela pseudo-concorrente Apple e não pretende perder terreno. A ideia de um controle-com-jogo mostra muito bem esta intenção.

A grande sacada está na lição que a Nintendo aprendeu a duras penas, com reclamações anteriores dos fãs da marca, permitindo que osgadgets já disponibilizados anteriormente possam ser integrados ao novo projeto, de modo que o gamer tenha a sensação de completude ao invés de achar que jogou dinheiro fora com aquisições anteriores. Não fosse isso o bastante, a empresa tenta enterrar de vez a má impressão de que seus aparelhos só apresentam imagens infantilizadas e gráficos de má qualidade. Se no passado a estratégia de usar hardware barato de baixo processamento foi decisiva para o retorno da empresa na disputa pela preferência do consumidor (e uma aposta que trazia lucro a cada aparelho vendido, diferente da Sony, que amargou prejuízo por anos seguidos com o PS3), agora é hora de mostrar maturidade, com gráficos primorosos e boas parcerias.

Assim como a Sony pretende fazer, ao apresentar integração entre o PS3 e o novo console portátil Play Station Vita, a Nintendo deu atenção especial aos aparelhos, mostrando como podem agir conjuntamente, informando que é possível jogar na sala utilizando Wii U, 3DS e Wiimote como controles para um jogo multiplayer rolando no telão.
Entre os produtores de games, várias personalidades, como Peter Molinaux, Ken Levine, da Irracional Games, Warem Spector, da Disney Interactive, todos confirmando lançamentos de suas respectivas empresas para a nova plataforma, entre outras empresas, como THQ, Warner Bros., Nanco Bandai e games que deixaram a galera de queixo caído, como o novo Batman – Arkhan Asylum, Assassin´s Creed, Ghost Recoon e Tekken, além de outras raridades nas prateleiras da Nintendo.
Se as third parties apostarem, de fato, no novo conceito da Nintendo, a empresa estará dando um passo decisivo na consolidação da próxima geração de consoles e assegurando seu futuro.
Depois da conferência, a Nintendo apresentou os dados de hardware da máquina.

A Nintendo mostra em sua conferência na E3 o que sabe fazer melhor: deixar a plateia ansiosa. Na apresentação de lançamento do novo console Wii U, a empresa conquistou corações, com várias manifestações do público em relação aos games que estarão disponíveis junto com a plataforma e enfatizando o fator que a trouxe de novo ao pódio do mercado de games: interatividade e facilidade de uso.
O aparelho parece um Wii mais curvelíneo, que mal aparecia durante a apresentação, mas o momento foi todo para o controle, uma mescla de 3DS com iPad, com um tamanho incomum para um portátil, mas super apropriado para dar ganho extra às jogatinas que podem começar em casa e terminar no clube, sem necessidade de parar pelo caminho (a menos que você esteja dirigindo, é claro). O console deve ter passado por uma infinidade de projetos desde o lançamento do iPad, da Apple, no ano passado, e talvez a Nintendo tenha jogado fora muita coisa interessante, mas o produto apresentado mostra que a Nintendo está afinada com os anseios criados pela pseudo-concorrente Apple e não pretende perder terreno. A ideia de um controle-com-jogo mostra muito bem esta intenção.

A grande sacada está na lição que a Nintendo aprendeu a duras penas, com reclamações anteriores dos fãs da marca, permitindo que osgadgets já disponibilizados anteriormente possam ser integrados ao novo projeto, de modo que o gamer tenha a sensação de completude ao invés de achar que jogou dinheiro fora com aquisições anteriores. Não fosse isso o bastante, a empresa tenta enterrar de vez a má impressão de que seus aparelhos só apresentam imagens infantilizadas e gráficos de má qualidade. Se no passado a estratégia de usar hardware barato de baixo processamento foi decisiva para o retorno da empresa na disputa pela preferência do consumidor (e uma aposta que trazia lucro a cada aparelho vendido, diferente da Sony, que amargou prejuízo por anos seguidos com o PS3), agora é hora de mostrar maturidade, com gráficos primorosos e boas parcerias.
Assim como a Sony pretende fazer, ao apresentar integração entre o PS3 e o novo console portátil Play Station Vita, a Nintendo deu atenção especial aos aparelhos, mostrando como podem agir conjuntamente, informando que é possível jogar na sala utilizando Wii U, 3DS e Wiimote como controles para um jogo multiplayer rolando no telão.
Entre os produtores de games, várias personalidades, como Peter Molinaux, Ken Levine, da Irracional Games, Warem Spector, da Disney Interactive, todos confirmando lançamentos de suas respectivas empresas para a nova plataforma, entre outras empresas, como THQ, Warner Bros., Nanco Bandai e games que deixaram a galera de queixo caído, como o novo Batman – Arkhan Asylum, Assassin´s Creed, Ghost Recoon e Tekken, além de outras raridades nas prateleiras da Nintendo.
Se as third parties apostarem, de fato, no novo conceito da Nintendo, a empresa estará dando um passo decisivo na consolidação da próxima geração de consoles e assegurando seu futuro.
Depois da conferência, a Nintendo apresentou os dados de hardware da máquina.

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